Archive for the ‘Desenvolvimento Ágil’ Category

De Sênior à Gerente

Na continuação do post De Júnior à Sênior, o Sérgio Taborda vai além da comparação entre analista júnior e sênior e aborda a “evolução” dos analistas sêniores à cargos de gerentes, o texto também leva a reflexão, por isso também está na íntegra logo abaixo.

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De Júnior à Sênior

Encontrei no blog do Sérgio Taborda um excelente texto sobre as diferenças entre analistas júniores e sêniores, como concordo com sua abordagem resolví compartilhar com você. Abaixo segue o texto na íntegra.

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Palestra Agilidade e Qualidade de Projetos com Fabio Akita

11º Encontro de Profissionais de Internet - Locaweb

No dia 14 de maio aconteceu em Curitiba o 11º Encontro de Profissionais da Internet promovido pela Locaweb.

Fomos ao evento eu, Igor Musardo, e o Tagôre Cauê, e lá encontramos o SaintBR.

Igor Musardo e o SaintBR no 11º Encontro de Profissionais de Internet em Curitiba
Eu e o SaintBR no CofeeBreak.

O evento foi bem interessante com palestras bacanas, embora ache que para os próximos anos possam ter sessões de desenvolvimento e de design ocorrendo em paralelos e com conteúdo mais técnico e profundo como será no 14º Encontro de Design e Tecnologia Digital que ocorrerá dia 6 de junho também em Curitiba.

A palestra mais aguardada foi a do Fabio Akita com o tema desenvolvimento ágil. O Fabio abordou de forma simples e clara a essência do desenvolvimento ágil de software, infelizmente o tempo foi curto para a palestra do Akita e por isso perdemos alguns conceitos e conclusões de raciocínios.

Consegui gravar boa parte da palestra, portanto se você não pode comparecer ao evento assista agora. A palestra está separada em quatro partes.

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Visão geral do Scrum em 10 minutos

O Abu do Blog do Abu, blogou sobre esse vídeo. Como achei bem interessante o conteúdo, pois o vídeo, criado pelo Hamid Shojaee, aborda de maneira geral e bastante rápida a Metodologia Ágil Scrum, vou sugerir que você assista também.

Vídeo – Palestra de eXtreme Programming com Vinicius Teles na TDC 2008

O Vinicius disponibilizou nesta segunda-feira o vídeo da palestra de XP que ele proferiu na TDC 2008.

Foi a primeira vez que assisti a uma palestra dele, e posso dizer que é bem interessante e reflexiva sua maneira de palestrar, com as cenas teatrais de insulto gratuíto.

A abortagem feita sobre a metodologia XP é muito assertiva, e leva o público a no mínimo re-pensar o processo de desenvolver software contra as absurdas comparações com fábrica e construção civíl.

O vídeo postado por ele está hospedado no Viddle.

Porém se você enfrentar lentidão, como eu enfrentei, para efetuar do download do Viddle, pode fazer o download daqui mesmo do meu Blog.

Palestra – Extreme Programming – Parte 01 (100mb)
Palestra – Extreme Programming – Parte 02 (96mb)

Boa palestra!

The Developer’s Conference 2008

Continuando os anúncios de eventos.

Nesse final de semana ocorrerá o evento The Developer’s Conference 2008 em São Paulo, o mesmo é voltado ao mundo Java, mas ocorrerão várias sessões de Metodologias Ágeis (Scrum, XP e Testes), dentre os palestrantes está o papa de eXtreme Programming do Brasil, Vinícius Manhães Teles da ImproveIT.

Pelo conteúdo apresentado o preço da inscrição está bastante acessível.

Não sei se conseguirei ir lá, mas caso você consiga, vá, pois os palestrantes são de primeira linha.

O Famoso Gerente de TI: “E aí, tá pronto?”

Excelente artigo publicado pelo Marcos Mendes.

Fonte: http://blog.marcomendes.com/2007/09/12/o-famoso-gerente-de-ti-e-ai-ta-pronto/#comments

Projetos de TI (Tecnologia de Informação) impõe desafios únicos, muitas vezes não observáveis em projetos de engenharia, tais como requisitos extremamente variáveis, pressões de tempo muitas vezes não realistas e dificuldades de aferir e medir a qualidade do produto entregue. Neste cenário já conturbado, infelizmente presenciamos mais uma força negativa, que vou apelidar aqui de Gerente: E Aí?.

O que é o Gerente: E Aí?.

É fácil reconhecê-lo pelas seguintes características:

  • Possui pouco domínio do contexto e das tecnologias usadas.
  • Possui extrema dificuldade de expressar, seja pessoalmente ou por falta de apoio de um líder técnico competente, os entregáveis do projeto em uma lista detalhada de atividades técnicas necessárias para realizar aquele entregável.
  • Usa mecanismos de pressão com o time. O paradigma do século XIX “Cenoura e chicote” é bastante usado.
  • Não consegue criar um isolamento e ambiente saudável de trabalho para o time.
  • Não se comunica com a equipe, a não ser por emails e reuniões formais e impessoais. Fica quase todo o dia na frente do seu computador, em uma sala especial com mobiliário de padrão melhor que seu time. Afinal, precisa demonstrar que é o chefe.
  • Abusa da manipulação gerencial. Frases como “Precisamos de mais empenho!”, “Vamos trabalhar este final de semana para o bem do projeto.” e “Vocês precisam ter mais compromisso.” são comuns no vocabulário deste tipo de gerente.
  • Abusa das perguntas “E aí, tá pronto?”; “Já terminou?”, “Fica pronto para hoje, ok?”.

Infelizmente, o Gerente: E Aí? o não consegue obter o respeito do time. Normalmente ele é alvo de piadas de todo o time. Um dos maiores malefícios deste tipo de gerente é afetar o moral e motivação do time. Steve McConnell (em seu excelente livro Rapid Development) e Tom de Marco (em seu excelente livro Peopleware) mostram a correlação negativa da taxa de sucesso de projetos e gerentes manipuladores.

Capers Jones, outro excelente estudioso de fatores de sucesso e fracasso de projetos de TI, observa também que times sob pressào extrema introduzem até 40% a mais de defeitos que times similares em um ambiente saudável. Um excelente texto sobre ambientes saudáveis em TI pode ser achado na seção “Hygienic factors”, do livro supra-citado do Steve McConnell.

O novo milênio e os novos paradigmas pedem novos tipos de gerentes. Projetos de complexidade como observados em TI pedem um novo tipo de gerência. Vamos chamar este gerente de Como posso te ajudar.

O Gerente Como posso te ajudar? pode ser reconhecido pelas seguintes características:

  • Possui bons ou excelentes conhecimentos do domínio em que atua. Este tipo de gerente não precisa ser certificado Java ou .NET, mas deve conseguir manter um diálogo técnico mínimo com a sua equipe. Por exemplo, você já viu um projeto de um prédio de vinte andares que não tenha sido gerenciado por um Engenheiro?
  • Consegue expressar claramente os entregáveis de um projeto em uma lista de atividades precisa, com o apoio de processos como o RUP, EUP ou metodologias ágeis. Conhece bem processos de software.
  • Isola, a todo custo, o time das pressões comerciais dos clientes e da alta gerência das empresas do time. Este tipo de gerente sabe que o que não ajuda, pode atrapalhar.
  • Usa mecanismos de motivação para fazer o time trabalhar bastante. Como Barry Boehm observa do alto de sua experiência de quase 50 anos em TI e mais de 80 de idade, a motivação é o fator que mais contribui isoladamente para diferenciar times de projeto de mesma capacidade técnica em tecnologias similares.
  • Está em constante circulação, fisicamente ou virtualmente, com suas equipes exercendo um papel pró-ativo e removendo os empecilhos encontrados pelo time. Este gerente é um “coach”, na melhor definição do termo.
  • Conhece profundamente técnicas de negociação “Ganha Ganha ou Nada feito”. Com isso, consegue um profundo respeito do time e portanto um sentimento de compromisso de toda a equipe para bater as metas de projeto.
  • Acima de tudo, reconhece que ele não é chefe, mas um mero servidor. Um gerente “servidor” existe para o bem único e exclusivo de apoiar o time a cumprir as metas do projeto.

Um excelente livro que discute este novo paradigma gerencial é o livro “O Oitavo Hábito, do autor Steven Covey”. As claras diferenças entre o gerente clássico e o líder são discutidas à exaustão neste livro. Em resumo, o gerente Como posso te ajudar comunica valores corretos às pessoas e com isso libera o potencial das mesmas.

Um aspecto fundamental nesta diferenciação dos gerentes é a autoridade formal vs autoridade moral. A autoridade formal é imposta através de hierarquias. A autoridade moral é conseguida através de liderança.

Como analistas, arquitetos e desenvolvedores, devemos buscar cada vez mais gerentes líderes para nossos projetos e educar gerentes do século XIX a uma profunda mudança de atitude e comportamento.

Finalmente, como gerentes devemos entender como desenvolver nossas habilidades de liderança. Um fonte de inspiração e conhecimento é o autor Warren Bennis, que possui excelentes livros e tratados sobre liderança de times.

20 práticas para aumentar a maturidade de desenvolvimento de software do seu time

Fonte: http://blog.marcomendes.com/2008/06/20/21-praticas-para-aumentar-a-maturidade-de-desenvolvimento-de-software-do-seu-time/

Entregar sistemas de software não é uma arte. É uma complexa ciência que requer, dentre vários outros fatores, muito estudo. Para apoiar neste aspecto, compilo artigos que me muito me ajudaram nos últimos anos, escritos por “mestres” na arte de desenvolver sistema e que são uma eterna fonte de inspiração.

  1. Uso de processos de Software – The Seven Habits of Effective Iterative Development
  2. Projetos Iterativos – Planning an Iterative Project e Iterative Development
  3. Planejamento de Projetos – Project planning best practices
  4. Gerência de Riscos – Gambling with Success: Software Risk Management
  5. Estimativa de Tamanho de Software – Estimating Software Development Effort based on Use Cases – Experiences from Industry
  6. Modelagem de Negócios – Effective Business Modeling with UML: Describing Business Use Cases and Realizations
  7. Gerência de Requisitos – So You Want to be a Requirements Analyst? e The Five Levels of Requirements Management Maturity
  8. Modelagem de Casos de uso – Why Use Cases Are Not Functions, Features, Requirements, Use Cases, Oh My e The Top Ten Ways Project Teams Misuse Use Cases – and How to Correct Them.
  9. Escrita Estruturada de Regras de Negócio – Business Rule Overview e Business Rules.
  10. Especificação de Glossário de Termos – Glossary Overview.
  11. Mapas de Navegação e Prototipação – User experience storyboards: Building better UIs with RUP, UML, and use cases.
  12. Análise Robusta e Modelagem de Domínio – Robustness Diagram Overview e Driving Design: The Problem Domain.
  13. Modelagem Arquitetural – Reference Architecture: The Best of Best Practices e Capturing Architectural Requirements.
  14. Modelagem de Estruturas de Análise e Desenho – Driving Design: The Problem Domain
  15. Modelagem Comportamental – Sequence Diagrams: One Step at a Time
  16. Mapeamento Objeto Relacional – The Object-Relational Impedance Mismatch.
  17. Gerência de Mudanças – Software Change Management.
  18. Gerência da Qualidade – Software Quality at Top Speed e Determining Your Project’s Quality Priorities
  19. Desenvolvimento Centrado em Testes Generating Test Cases From Use Cases, Test-Driven Development.
  20. Refactoring e Testes de Unidade – Refactoring, a first example.